Emocionante: macacos lamentam “morte” de bebê macaco robô.

A série da BBC “Spy In The Wild” (“Espião na Natureza”, em tradução livre) usa uma estratégia incomum para observar e gravar como os animais se comportam em seu habitat natural.

Para o programa, robôs realistas que se parecem com os próprios animais são colocados no grupo. Esses robôs são equipados com câmeras que filmam o comportamento dos animais reais. A ideia é descobrir como os animais se comportam quando eles acham que não estão sendo observados.

Mas quando os pesquisadores quiseram estudar um grupo de macacos langures em Rajasthan, na Índia, algo incomum aconteceu.

O robô que eles usaram se parecia com um macaco langur bebê. Os macacos estavam curiosos em relação ao novo membro do grupo e começaram a se aproximar dele. Eles começaram a tocá-lo e cutucá-lo para tentar fazê-lo brincar com eles, mas aconteceu um pequeno acidente: VEJA O QUE ACONTECEU:

 

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AS ABELHAS DOS HIMALAYAS QUE PRODUZEM MEL ALUCINÓGENO

Nas profundezas das Montanhas do Himalaya vive uma

espécie de abelha que produz um mel, que é chamado pelos nativos de “mel louco”. O mel louco ou vermelho, é produzido pela Apis Dorsata Laboriosa, ou “Abelha do Penhasco”. Essa espécie de abelha é a maior no mundo e produz um mel incomum.

Apis dorsata produz seu mel através das flores de Rododendro que contêm uma toxina chamada graianotoxina que é venenosa para os humanos. O mel feito desse néctar venenoso é um poderoso alucinógeno que possui inúmeros benefícios para a saúde. Em pequenas quantidades, o mel é relaxante, e um pouco inebriante. Seu gosto tem sido descrito como bastante agradável. Porém, em doses maiores, o mel louco pode causar intoxicação de rododendro, ou intoxicação por mel, o que provoca vômitos, fraqueza muscular, e irregularidades cardíacas

Mesmo que seja prejudicial em doses elevadas, os moradores locais vão até lugares extraordinários dentro da montanha para colocar suas mãos no incrível mel. Veja o mini documentário que explica bem o assunto, link abaixo! Legendas disponíveis!

Logística Reversa: Mais Facilidade para Evitar o Lixo Eletrônico

Com a revolução tecnológica, o consumo de eletrodomésticos e outros aparelhos do tipo tem aumentado consideravelmente em todo o mundo. Ao mesmo tempo, os itens velhos são descartados muitas vezes no lixo comum acumulando-se em pilhas que são denominadas de lixo eletrônico. Como não recebem o tratamento adequado, ao ficarem em contato com o solo, os resíduos tóxicos desses materiais entram em contato com o solo e poluem o lençol freático, ou seja, as águas subterrâneas. Além dos problemas ao meio ambiente, que quando em contato com alimentos ou usadas no abastecimento, causam diversas doenças.

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Acúmulo de lixo eletrônico é um dos problemas ambientais mais preocupantes da atualidade – Fonte da imagem: E esse tal meio ambiente? Continuar lendo

O Perigo da Semente

O relato a seguir é verídico e foi adaptado apenas para fins literários.

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Tudo começou com uma ideia que parecia inofensiva: A partir daquele dia, na pequena hortinha no fundo do quintal, eu deixaria as hortaliças completarem seu ciclo de vida. Em outras palavras, deixaria elas produzirem sementes. Esperava assim não precisar comprar mudas ou sementes com tanta frequência. Continuar lendo

Coletando a água da neblina

Mesmo no deserto, o ar da noite geralmente contém quantidades significativas de vapor de água, especialmente onde o deserto se encontra com o mar. Países como Chile, Peru, Equador, Colômbia, África do Sul, Namíbia, Irã, dentre outros, estudam a possibilidade de usar o potencial hídrico dos nevoeiros como fonte suplementar de água para pequenas comunidades situadas em sítios remotos. Para tanto, pesquisadores vêm testando grandes coletores retangulares de água instalados no topo de colinas, perpendicularmente à direção dos ventos predominantes. Essas regiões áridas ou semiáridas, localizadas próximas à costa, experimentam, paradoxalmente, escassez de chuva por um lado e, por outro, são frequentemente imersas em nevoeiros provenientes dos oceanos. Ao longo do planeta, 47 sítios distribuídos em 22 países apresentam as condições acima descritas e, portanto, podem se utilizar desse “serviço” dos nevoeiros. E, em 2006, dois cientistas alemães , com financiamento da National Geographic Society, iniciaram projetos semelhantes na cidade peruana de Bellavista, no Peru. Bellavista é uma comunidade pequena em uma região muito seca, que recebe apenas cerca de meia polegada (1,5 centímetros) de chuva por ano. A equipe alemã escolheu Bellavista por causa da densa neblina que experimentam durante os meses de inverno no período de  junho a novembro. Os ambientalistas alemães, trabalharam em parceria com a vila de Bellavista para instalar o sistema de redes, calhas e tanques de coleta, com base em um projeto da FogQuest . Embora os aldeões estivessem inicialmente céticos, os coletores de nevoeiro provaram que o projeto funciona. Segundo os relatórios da National Geographic, ” Em um bom dia , é possível coletar uma quantidade impressionante de água – mais de 150 galões ( 568 litros). “

Leia mais em: http://ciencia.me/BohVa

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Coletores de neblina no deserto de Atacama no Chile Atacama, é o deserto mais árido do mundo, com algumas estações meteorológicas em que não chove sequer uma gota de água. Mas esse deserto pode vir a vida com água coletada dos nevoeiros, que é usada para cultivar vegetação numa área anteriormente desolada. O processo pode ajudar a reverter a desertificação da área. Os cientistas do centro de pesquisa Alto Patache, gerido pela Pontifica Universidade Católica do Chile em parceria com o MIT, têm demonstrado que a água usada coletada dos nevoeiros tem grande potencial para reverter a desertificação da área, provendo condições à vegetação. O deserto de Atacama se estende do Chile ao Peru, e é considerado o lugar mais árido da Terra. É tão seco que mesmo montanhas com 22.589 pés de altitude não possuem geleiras em seu topo. Embora não haja quase nenhuma água no solo, há umidade no ar, vinda de nuvens do litoral, que passa através das telas e se condensa, e então viaja através dos tubos para os tanques onde é armazenada. Esses coletores de nevoeiro são enormes redes penduradas entre dois pólos e são feitas de uma tela de polipropileno, que capta as gotas. A água é pura o bastante para o consumo humano e pode ser usada para a agricultura. Usando a água da neblina no Brasil Porém, não somente sítios de regiões áridas e semiáridas se beneficiam do aporte hídrico proporcionado pelos nevoeiros. Há uma ampla faixa tropical da Terra, com condições climáticas e topográficas propícias à formação de nevoeiros regularmente. Em geral, são áreas próximas da costa, mas que podem avançar em direção ao continente, ou ilhas, que sofrem influência de massas de ar úmidas provenientes dos oceanos, e que experimentam nevoeiros persistentes ao longo do ano ou em parte deste. As florestas nebulares correspondem a apenas 2,5% da área total das selvas tropicais do mundo. No continente americano esses biomas representam 1,2% das florestas tropicais da região. No Brasil, elas estão presentes na costa Atlântica, entre Santa Catarina e o Rio de Janeiro. Há projetos que visam explorar o potencial dos nevoeiros como por exemplo o do Laboratório de Hidrologia Florestal Walter Emmerich no núcleo Cunha do Parque Estadual da Serra do Mar, no município de Cunha, estado de São Paulo.
Leia mais em: http://ciencia.me/BohVa

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Chega ao Brasil produto social que transforma água suja em água limpa

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Estima-se que cerca de um bilhão de pessoas sofram com a falta de água potável no mundo. Para tentar combater esse tipo de problema, a P&G desenvolveu um produto social inovador chamado P&G Sachet, que acaba de chegar ao Brasil. Utilizando uma tecnologia de baixo custo, o sachê de quatro gramas é capaz de transformar dez litros de água contaminada em dez litros de água potável. No primeiro ano do projeto no país, serão doados 1,8 milhão de sachês pela empresa, porém, este número deve aumentar com a iniciativa do Walmart, que incentivará a doação de sachês pelos próprios consumidores.

O consumo de água contaminada é uma das principais causas de mortes entre bebês e crianças em países em desenvolvimento. Doenças como a diarreia, matam mais de 1.600 crianças com até cinco anos por dia no planeta. No Brasil, é estimado que 17,3% da população não recebe água por meio de rede de abastecimento. A falta da água potável reflete diretamente o desenvolvimento de uma sociedade e as crianças são as que mais sofrem com isso.

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Cada família receberá o produto para obter água potável por um ano inteiro. O objetivo é atender 24.250 pessoas ao fornecer 18 milhões de litros de água purificada em 4.850 mil domicílios da região. “Com isso, esperamos reduzir na região a incidência de doenças transmitidas em função da ingestão de água contaminada”, afirma Juliana Gattaz, gerente de Comunicação, Sustentabilidade e Responsabilidade Social da P&G. Até 2015, a meta é fornecer 22 milhões de litros de água potável no Brasil.

O programa ainda vai contar com o apoio da rede varejista Walmart, que, juntamente com a P&G, desenvolveu uma promoção para incentivar os consumidores a contribuírem com o projeto. Por meio da promoção Doe Água Limpa, a cada produto das marcas P&G comprados na rede, será doado o equivalente a mais um dia de água limpa para uma pessoa.

“Se aqui apresentamos apenas números e estatísticas do projeto, nas comunidades atendidas isto representa vidas salvas e um futuro melhor para cada criança. O compromisso do Walmart é de engajar o consumidor brasileiro nessa causa”, destaca Guilherme Loureiro, Presidente do Walmart Brasil.

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Como funciona?

Para purificar a água, o conteúdo do P&G Sachet deve ser despejado em um recipiente com dez litros de água não potável. Depois é preciso mexer a mistura por cinco minutos e aguardar mais cinco minutos para a sujeira decantar. Em seguida, a água deve ser passada por um filtro, que pode ser até mesmo uma simples camiseta de algodão limpa. Para finalizar, deve-se esperar por 20 minutos para que o bactericida do produto faça efeito e pronto. Em 30 minutos uma água barrenta ou contaminada se transforma em água limpa para o consumo.

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A P&G contabiliza o investimento em mais de 50 milhões de dólares utilizados para fornecer água de qualidade para comunidades carentes em todo o mundo. Até agora, o P&G Sachet já foi distribuído em mais de 75 países e, com os 7,8 bilhões de água purificada fornecidas pelo programa, foram evitados mais de 325 milhões de dias de doenças e 43 mil mortes em consequência do consumo de água contaminada, sendo a maior parte crianças, além da parceria com mais de 140 organizações parceiras que estão envolvidas no programa, entre elas o CARE, PSI, Save The Children, ChildFund e Visão Mundial.

“É uma meta alcançada que nos orgulha muito e nos motiva a seguir em frente. A P&G tem como compromisso a conscientização sobre a crise mundial de água e, até 2020, nossa meta é salvar uma vida a cada hora, com a distribuição de 200 milhões de sachês, o equivalente a dois bilhões de litros de água pura por ano”, anuncia Allison Tummon Kamphuis, diretora global do Programa Água Pura Para Crianças, da P&G.